<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6599916924109592386</id><updated>2012-02-16T18:40:59.747Z</updated><title type='text'>Black Flag on Campus</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>John Doe</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04094185101900913308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6599916924109592386.post-7980623076949238579</id><published>2008-11-09T18:06:00.002Z</published><updated>2008-11-09T18:08:55.475Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;haiku (sub)terrâneo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formigas fluem&lt;br /&gt;sibilos no negrume do metal&lt;br /&gt;A Escuridão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6599916924109592386-7980623076949238579?l=blackflagoncampus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/feeds/7980623076949238579/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6599916924109592386&amp;postID=7980623076949238579' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/7980623076949238579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/7980623076949238579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/2008/11/haiku-subterrneo-formigas-fluem-sibilos.html' title=''/><author><name>John Doe</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04094185101900913308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6599916924109592386.post-8197532595093273968</id><published>2008-10-29T18:41:00.005Z</published><updated>2008-10-29T19:09:18.914Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Suor escorre-me pela fronte. Uma buzina de um automóvel produz sibilos ténues, longínquos aos meus ouvidos; contrabalançam uma dor lancinante no peito. Acordo com o estalar do esterno, a bigorna, essa, é real.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Lá fora tudo parece calmo. O negrume do quarto balança-se calmamente ao sabor da luz que provém do exterior por entre os orifícios dos estores, como pequenos olhos que me observam do exterior. Embatem na minha cara e obrigam-me a virar-lhes a face, por vergonha. Fecho-me e tento embalar ao ritmo do meu coração, bate rápido demais para que consiga voltar a adormecer. Eu que tanto necessito de descanso, de desprendimento. Soçobro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Outra urgência e sinto-me rebentar. Abro os olhos não para ver, mas na leve esperança de poder de alguma forma aliviar a pressão que se acumula, criar uma válvula de escape. Enfrento o que me vai habitando à medida que tudo vai ficando cada vez mais nítido; aqueles olhos que me julgam outra vez. Mexo-me sem pensar por entre os lençóis, até o seu roçagar me provoca arrepios. Sinto-me culpado quando estes chegam ao topo e me acariciam a nuca. Devia estar destituído de tudo, mais ainda do leve prazer que algumas coisas, inadvertidamente, podem provocar. Não o controlo, é um facto, mas estes não devem, não deveriam existir. Tenho vontade de abocanhar o tecido, rasgá-lo por entre os caninos e fazê-lo pagar pelo que me dá sem ter pedido. Fazê-lo jorrar fibras de algodão pela sua ignomínia e destituí-lo de qualquer forma, deixando-o irreconhecível, entregar-lhe a sua punição. Comprimo os maxilares em torno da bainha e quero muito fazer força, mas esta abandonou-me há mais de uma semana, creio. Não sinto os dentes, apenas corre algo por entre os sulcos da minha face, que prontamente abafo no regaço de uma qualquer almofada crispada entre mãos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Sossego e viro-me outra vez, olhando para baixo segundo a linha do que julgo ser o meu corpo. Vejo uma massa disforme. esbranquiçada, com pêlos e reentrâncias, com vida própria, mexendo-se para seu próprio deleite. Sinto-me enojado com o que vejo, mas não consigo tirar os olhos desta existência, como se tivesse fatalmente atraído por ela. O braço distende-se e solta-se da amarra do lençol, flecte ao nível do cotovelo e debruça-se sobre mim, deitando uma mão à cara que a contempla, filtrando a luz por entre os seus dedos esguios e cheios de vida. Massajo a face de forma a combater o torpor que me invade, esta inanição que me consome mas ao mesmo tempo faz tão parte de mim, é-me tão intrínseca. O corpo que me coube resvala para o espelho, aquela clarabóia que tão nitidamente domina este quarto, a minha jaula.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Assusto-me. Sempre pensei que este seria muito diferente do que agora percepciono. Ocorreu-me há dias que podeia muito bem ser um Samsa metamorfoseado, daí o meu medo em revolver-me de encontro a este vidro polido que tão prontamente devolve tudo o que lhe é submetido, sem sequer pensar, moldar, aquilo que lhe vai chegando.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Sinto-me aturdido por esta verdade, mas algo desponta. São antenas, olhos, probóscides que me vêm socorrer, que me transfiguram e me tornam naquilo que realmente sempre achei que era. Sinto-me muito mais sossegado agora. O coração para de bater e adormeço, apoplético.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Longa já me parece a noite quando volto a um estado consciente. Nada vejo. Está escuro, demasiado escuro, mas não me atrevo a senti-lo outra vez a distender-se para acender a luz do candeeiro colocado aqui tão perto, mesmo à cabeceira da cama.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Deixo-me ficar a ouvir a doce melodia do vácuo que me rodeia, um grande buraco negro que se projecta no tecto e me chama de uma maneira tão convincente. Não fora a minha total ausência de vontade, e prontamente me entregaria a esse abraço reconfortante. O meu peito dispara e sinto-me arfar, suo desalmadamente mas nem um uivo consigo emitir, ganir, o que seja. Sinto-me um animal e no entanto nem sequer consigo arquear as minhas costas de forma a emitir o som mais gutural que conheço, que sinto a gorgolejar em mim. Abro a boca em desespero e tento sorver todo o ar que ainda posso, quero parar esta ansiedade que me rasga o peito, mas o negrume vem e tapa-me a boca com a sua pesada mão, dizendo-me para sossegar, tudo correrá bem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Disse que era um animal, mas não o sou. A verdade é que os sinto apenas dentro de mim, como se tivessem vida própria. Digo mais, o que eu realmente sinto é este ardor, este animismo, como se existissem predadores trucidando presas dentro de mim, e eu nada pudesse fazer contra isso. Poder posso, mas não quero. E mesmo que quisesse, já me defini como impotente, não quero saber, sou negligente, viro costas à carnificina.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;(tudo tem um início)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6599916924109592386-8197532595093273968?l=blackflagoncampus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/feeds/8197532595093273968/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6599916924109592386&amp;postID=8197532595093273968' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/8197532595093273968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/8197532595093273968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/2008/10/suor-escorre-me-pela-fronte.html' title=''/><author><name>John Doe</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04094185101900913308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6599916924109592386.post-4520896720782021585</id><published>2008-04-09T23:47:00.002+01:00</published><updated>2008-04-09T23:53:49.750+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;" &gt;Por vezes pergunto-me porque escrevo, nas raras vezes em que o faço, a palavra Deus com letra maiúscula. Ao escrevê-lo, e desprendendo-me de qualquer tipo de discussão e conotação acerca desta identidade, sinto que reduzo, o que quer que seja, a uma existência física limitada, tendo vida apenas nos meros segundos em que o meu aparo toca nestas folhas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;" &gt;Tão breve vida deve ser, a meu ver e dentro do possível, conotada com a maior das harmonias, e apenas deus tem essa calma e simetria que lhe atribuo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;" &gt;Estranho como um d maiúsculo pode quebrar tudo isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;" &gt;Um mero d (dê), de quê?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6599916924109592386-4520896720782021585?l=blackflagoncampus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/feeds/4520896720782021585/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6599916924109592386&amp;postID=4520896720782021585' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/4520896720782021585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/4520896720782021585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/2008/04/por-vezes-pergunto-me-porque-escrevo.html' title=''/><author><name>John Doe</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04094185101900913308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6599916924109592386.post-2836556239046941269</id><published>2008-04-08T16:23:00.002+01:00</published><updated>2008-04-08T16:24:49.122+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Tenho hoje como verdade para mim mesmo que o feminino de Homem é Existência; é esta que o complementa e dá sentido à sua materialização enquanto animal de carne e osso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6599916924109592386-2836556239046941269?l=blackflagoncampus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/feeds/2836556239046941269/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6599916924109592386&amp;postID=2836556239046941269' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/2836556239046941269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/2836556239046941269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/2008/04/tenho-hoje-como-verdade-para-mim-que-o.html' title=''/><author><name>John Doe</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04094185101900913308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6599916924109592386.post-371430527307102642</id><published>2008-04-06T15:40:00.003+01:00</published><updated>2008-04-06T15:44:12.768+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;" &gt;Não quero perder este matiz de Lisboa.&lt;br /&gt;Estas cores que se põem com o Sol. Degradés descontínuos ao longo da tarde, ao longo da manhã , ao longo dos dias.&lt;br /&gt;E no Inverno, no Inverno este desmaiar ganha outra força; não se esbate na intensidade do calor que se espraia por entre os edifícios, roubando-lhes as cores num ritmo célere demais para o meu olhar.&lt;br /&gt;Rápido demais para que eu as consiga reter para sempre, quando sair daqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se sair daqui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6599916924109592386-371430527307102642?l=blackflagoncampus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/feeds/371430527307102642/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6599916924109592386&amp;postID=371430527307102642' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/371430527307102642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/371430527307102642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/2008/04/no-quero-perder-este-matiz-de-lisboa.html' title=''/><author><name>John Doe</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04094185101900913308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6599916924109592386.post-6556886645809138804</id><published>2008-03-28T22:11:00.006Z</published><updated>2008-04-02T00:11:37.124+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Ontem, hoje, um dia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Dei por mim a vaguear por uma parte da cidade que desconhecia. A bem dizer, nem me recordo como vim aqui parar. Confuso, olho em redor, e no entanto, tudo isto me parece familiar. Eu conheço estas ruas e os seus prédios, estas praças e vielas; contudo sinto-me perdido, como se cada pedra da calçada me tentasse desviar do meu caminho (Que caminho? Não vagueio eu?) e o alcatrão me quisesse para sempre no negro regaço do seu abraço constritor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Sinto-me oprimido por estas paredes de betão, e este frio corta-me a respiração. Dou graças por não estar nevoeiro hoje; esse arranca-me o coração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Que digo? Oprimido pelo betão? Mas como? Se este não se destaca das paredes e me vem encher os pulmões?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Sinto-me fatigado, sem energia. Prostrado, reconheço: São as gentes. São estes olhares que me cerceiam tangencialmente, e em toda a sua medida e tacanhez, me deixam gelado. Não obstante os corpos emanarem aparentemente calor da sua superfície, dou por mim a contemplar o vácuo, face após face. E que inebriante este pode ser!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Dir-se-ia que há muito de perdido nesta cidade, há algo de morto e decrépito que circula de olhos consumados e sem destino, como se algo tivesse definhado há muito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Decerto que o que contemplo não ajuda em nada à subsistência fundamentada de algo tão banal como a esperança, secretamente contida no olhar de quem ainda acredita, de quem ainda vive no sentido mais lato do termo. Mas não, não é isto que serve de desculpa, o problema está em algo mais profundo, mais subreptício, menos evidente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Fujo desta realidade, precipito-me na primeira porta aberta que encontro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A intensidade luminosa aqui cega-me momentaneamente a vista e o olfacto é parcialmente destruído pelo cheiro a químico que paira no ar. Aqui tudo é êxtase e suspensão; vivem na expectativa, todos eles. Desde o mais enfermo e ressequido no seu leito, ao mais rubicundo e anafado aguardando (im)pacientemente num qualquer assento de plástico.&lt;br /&gt;Clarões brancos ainda me toldam a visão e por momentos, sinto-me confortavelmente nauseado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Algo embateu, toldado-me, e é tudo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Recordo-me agora, e vêm-me à boca, como bílis, as palavras que saem em torrente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Se há semântica que normalmente atribuo a vivência, essa é dualidade. Creio hoje que é algo intrínseco não só a mim, como a todo o tipo, mais ou menos integrado e definido de pessoa. Conquanto a sua vida se espelha nas suas entranhas, e esta se revolve com o amargo sabor a fel, por vezes a fel.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Bem sei que a utilização de tal palavra comporta uma redução e minimalismo tais, que tudo se torna demasiado cinzento aquando da sua invocação; há algo que na minha mente a torna demasiado parcial.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Na verdade, mesmo tendo presente a multiplicidade de planos de que as vidas são dotadas, ultrapassando em grande medida as duas dimensões que invoco, o facto é que tal insistência é propositada: se existe algo que no dia-a-dia que me torna carregado como a densa bruma, este é o exercício.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6599916924109592386-6556886645809138804?l=blackflagoncampus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/feeds/6556886645809138804/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6599916924109592386&amp;postID=6556886645809138804' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/6556886645809138804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/6556886645809138804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/2008/03/ontem-hoje-um-dia.html' title=''/><author><name>John Doe</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04094185101900913308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6599916924109592386.post-4047347726118288278</id><published>2007-12-21T16:03:00.000Z</published><updated>2008-01-13T12:25:08.353Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Houve dias, frequentes dias, em que acordava a sentir-me cirurgião.&lt;br /&gt;Não que alguma vez almejasse vir a exercer tal profissão, mas no meu pleno direito, classificava-me como tal. Num determinado momento da minha vivência, algo subsistiu em mim, não obstante todas as metamorfoses porque tinha passado, virando-me totalmente para o lado da lógica, da razão (se é que algo se coaduna com esta "classificação") e, imbuído por essa nova demagogia, submetia a escrutínio tudo com que me deparava. Absolutamente tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobretudo as pessoas. Daí a cirurgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, pensando melhor, acho que o grau de cirurgião é demasiado pomposo para a aplicação que lhe dou; talvez seja presunção a mais da minha parte, admito. Isto porque o acto de dissecar era em mim tão natural e frio, tão irreflectido e parassimpático que me assemelhava mais a um talhante. Noto: talhante, não carniceiro.&lt;br /&gt;Desde que me lembro, sempre fui o mais prático e pragmático dos gestaltistas: nada conseguia ser um todo, tomava-o como o conjunto das partes que, reconheço agora, nunca representavam o uno; decompunha-as, reduzindo-as a um estado ao qual faltava sempre algo.&lt;br /&gt;Objectivamente, a dissecação de sujeitos acarreta sangue, e no plano fisiológico em que os inseria, este era-me de todo invisível até ao fim da análise dos membros e órgãos removidos. Pior: a grande maioria das vezes em que exercia este meu ignóbil direito nem dava conta da falta do que quer que fosse.&lt;br /&gt;As pessoas, tal como os objectos, eram apenas aquilo que encontrava estendido sem vida na marquesa, esses sim incompletos.&lt;br /&gt;Reconheço agora que a minha análise era de todo falaciosa. Isto porque não estudava o aspecto mais demarcado e fulcral: a simbiose das partes.&lt;br /&gt;Afinal, recolhido na minha carapaça de objectiva frieza e indiferença (dita superior, um aforismo) intelectual, não era mais do que um mero iconoclasta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um reles iconoclasta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, nem tudo esteve perdido. À medida que cravava o escopro nas carnes e ideias, cinzelando inanições desprovidas de sentido, por vezes encontrava beleza. Não tanto no que ainda faltava fragmentar, mas nos próprios fragmentos que caíam no chão. É que, como se constata facilmente, nem tudo é feito de mármore impassível, e quer imediatamente abaixo da superfície quer bem no âmago existem rochas vítreas bem negras; como também subsistem as mais preciosas gemas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6599916924109592386-4047347726118288278?l=blackflagoncampus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/feeds/4047347726118288278/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6599916924109592386&amp;postID=4047347726118288278' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/4047347726118288278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/4047347726118288278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/2007/12/houve-dias-frequentes-dias-em-que.html' title=''/><author><name>John Doe</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04094185101900913308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6599916924109592386.post-1986031636733947537</id><published>2007-10-18T01:22:00.000+01:00</published><updated>2007-10-18T01:41:05.793+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Mais um dia, demasiado tempo. Esta folha encontra-se aqui  há demasiado, mas por mais que me esforce, nada me sai.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Estou completamente em branco. Branco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Talvez seja esse o problema.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Talvez o problema seja ter-me esforçado demais, ou simplesmente achar que eu próprio não passo de uma folha em branco. E no entanto eu tenho esta urgência, esta ânsia de sujar as mãos em tinta, negra, espessa; e necessito saciá-la, necessito serenar esta faúlha que me rasga o peito e me consome vorazmente as entranhas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Mas como? Como? Este branco que se apresenta nem branco é...é apenas uma folha hermética, desprovida de cores; não poderá, não pode servir para matar esta incomensurável sede,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Petrificado, vejo-a partir: Move-se pesadamente, em bloco, por cima desta mesa e não consigo detê-la. Parti o aparo na vã tentativa de a estacar, cravando-a na madeira. Assim ela segue o seu rumo, fechada sobre si própria, até se perder de vista.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Estúpido. O problema está em mim, fui eu que desviei o olhar até à linha que delimita o horizonte. O papel, esse, nunca saiu do seu lugar, era de todo impossível ter ganho vida própria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Por segurança, agarro-o com as duas mãoes e contemplo a sua geometria uma vez mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Engraçado, por mais que sinta, e admito: não senti muito, que há instantes os meus pensamentos incorriam no ridículo, apercebo-me que de forma alguma me deixei de sentir confinado à imensidão do espaço desgarrado em torno deste, como se realmente tivesse ficado fechado por fora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Impossível.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Sorrio: Sim é isto...é isto. É esta clausura sem verdadeiras barreiras que me atormenta e me quebra o raciocío ininterruptamente , percebo agora que é estritamente necessária a total comunhão com este conjunto ordenado de fibras, com esta amalgama de pigmentos e torná-los meus, deixar que eles tomem sentido, apoderando-se de mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;E a relutância? A relutância é medo, e por enquanto, não encontro espaço nem na carne nem na fibra para tamanha falta de lógica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Hoje, punhos partem janelas como bolas de papel.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6599916924109592386-1986031636733947537?l=blackflagoncampus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/feeds/1986031636733947537/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6599916924109592386&amp;postID=1986031636733947537' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/1986031636733947537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/1986031636733947537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/2007/10/demasiado-tempo-mais-um-dia.html' title=''/><author><name>John Doe</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04094185101900913308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6599916924109592386.post-4223449388532742207</id><published>2007-10-08T18:32:00.000+01:00</published><updated>2007-10-08T18:52:31.856+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Hoje fiz um pequeno golpe num dedo enquanto remexia nos meus papéis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Depressa o sangue pingou sobre as folhas e só o seu gotejar permitiu com que eu desse por isso. Fixei o meu olhar no corte fundo, afinal trata-se de papel, enquanto pensava o que fazer com o sangue que tudo tingia e subitamente este parou de cair.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Estranho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Normalmente costuma demorar muito mais tempo a estancar a ferida do que demorou desta vez...parece que o meu dedo parou no tempo, nem avançando para a próxima gota a surgir nem retrocedendo para a última gota suspendida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Franzo o sobrolho e eis que mais uma gota cai por cima do tampo da mesa, manchando-a.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Parece-me que me assustei por nada, foi apenas uma pequena imprevisibilidade: deixei-me surpreender por uma sequência de Fibonacci ditada pelo meu corpo, a qual não consegui prever.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Espera...Outra gota que não cai, mas desta vez sinto-a cá. E se este momento estancou no tempo? E se este momento for eterno? E se todos fossem eternos? Se existíssemos dentro de cada um deles, imutáveis, e apenas vivêssemos a sua sucessão? Chamar-se-ia isso vida? Deste modo esta gota nunca iria cair ou esta ferida nunca se iria abrir, eu nunca respiraria ou passaria apenas a vida numa expiração...é isso que a vida é? Uma grande expiração?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não...não, não me quero perder por enquanto nestes pensamentos: concentro-me na ferida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E se tudo fosse imutável num instante? Existindo este princípio, eu sou uno neste momento, e este momento, este instante, não tem passado nem reserva futuro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Horror - sou um monólito. E no entanto um monólito tem vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E a chuva não me deteriora. Sou uma estátua da ilha da Páscoa, sou a sua mãe e aquela árvora fixa ao chão. Sou a sua raíz, a minha raíz, a nossa. E a gabardina de quem passa e a chuva que em mim é deflectida e cai no chão. Sou um charco, o coaxar de uma rã, o adejar de um mosquito. Eu sou malária, doença, morte. Sou vida e fluxo, sou um nado vivo-morto. E se não o fosse? Não sou momento nem sangue nem o tampo da mesa. Não sou ontem, nem fui hoje. Não fui. Não sou? Quem sou? Um monólito bem sei. Ou a chuva todavia?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nunca soube quem fui, nunca tive passado. E no entanto esta gota que aflora por entre as arestas vivas da minha pele parece-me tão familiar.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Ela já aqui esteve, sinto-o, mas  esfuma-se. Sublimaram-na.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E sinto-me desaparecer...esfumo-me...esfumo-me nas nuvens de uma existência para regressar ao mar uno do conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6599916924109592386-4223449388532742207?l=blackflagoncampus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/feeds/4223449388532742207/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6599916924109592386&amp;postID=4223449388532742207' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/4223449388532742207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/4223449388532742207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/2007/10/hoje-fiz-um-pequeno-golpe-num-dedo.html' title=''/><author><name>John Doe</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04094185101900913308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6599916924109592386.post-1808196555939885393</id><published>2007-10-05T18:25:00.000+01:00</published><updated>2007-10-05T20:16:24.554+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Digo isto para mim mesmo: Associo tudo a todos e todos a tudo, é como a minha mente funciona, como a nossa mente funciona. Tudo funciona por associação, é assim que nos relembramos, é assim que celebramos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Dentro dessa panóplia, os que realmente importam são aqueles que ficam marcados dentro de nós, mesmo quando desaparecem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Minto, na verdade, estes nunca desaparecem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;E assim é: o cheiro...o cheiro foi quem me pôs aqui em primeiro lugar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Penso agora que "cheiro" é uma palavra corriqueira, desprovida de sentido para o que vai neste turbilhão emocional, mas serve tão bem o propósito quando não queremos perder estas imagens para o esbatimento da semântica...Mesmo que daqui a cinquenta anos a minha pituitária não funcione correctamente, ou a companhia de perfumes encerre as suas milionárias portas para sempre, lembrar-me-ei sempre desse odor, associá-lo-ei sempre a estas imagens que rastilhadamente despoletam na minha mente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Sempre esse odor, sempre esta fragância impregnada aqui, sem nunca se deteriorar com o suor que flui ou a luz difusa do exteriror que penetra por entre as cortinas; o sentimento tépido que emana do teu corpo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;E o ardor, sempre este ardor no corpo e este, também este, porque não, ardor na mente; sempre, mesmo quando a cada nova fragância aspergida no teu delgado pescoço, esta se mistura e confunda com as especiarias emanadas de cada &lt;span style="font-style: italic;"&gt;trattoria&lt;/span&gt; por onde passas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6599916924109592386-1808196555939885393?l=blackflagoncampus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/feeds/1808196555939885393/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6599916924109592386&amp;postID=1808196555939885393' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/1808196555939885393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/1808196555939885393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/2007/10/digo-isto-para-mim-mesmo-associo-tudo.html' title=''/><author><name>John Doe</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04094185101900913308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6599916924109592386.post-8793347050908667778</id><published>2007-10-01T21:05:00.000+01:00</published><updated>2007-10-01T21:17:18.797+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Há bocado, uma mulher sentou-se ao meu lado no autocarro.&lt;br /&gt;Contempla, como eu, o carrossel de imagens e cores que se vê deste lado do vidro.&lt;br /&gt;Fixada lá fora, aproveito a baixa da sua guarda social para a contemplar um pouco sem ser importunado pelo ser olhar inquiridor; não é feia nem bonita, as linhas vincadas da sua face ressentem-se da vinda para a cidade: é decididamente uma mulher do interior.&lt;br /&gt;Leio-lhe no odor a lixívia e nas mãos calejadas uma vida de empregada doméstica abruptamente iniciada com o desterro, com a fuga última às suas raízes.&lt;br /&gt;E de repente inteiro-me do que domina esta face: uma imensa fenda no lábio superior, rasgando-o em dois. Dir-se-ia que parece uma bica, por onde a tristeza do seu semblante fluiu afunilando-se, transformando estes lábios numa ténue linha sem expressão, interrompida por este espinho intemporal cravado na sua carne.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagino como o sangue deve ter jorrado naquele fatídico dia, o dia em que o sangue fluiu por entre os nós dos dedos de um marido embriagado. A ilusão desapareceu ao primeiro contacto, nenhum dos dois pensou na possibilidade mas a colisão atrai o coração animal de uma forma inevitável; ele nela numa profundidade inimaginável: osso com osso e a vida desvanece à frente dos seus olhos, cegando-os. A raiva é o tónico onde a recionalidade não impera e a carne tão mole...resvala no osso, abrindo-lhe caminho de uma maneira irremediável.&lt;br /&gt;Longe lhe parecem agora os tempos, em que as coisas pareciam perfeitas. Tudo é medo, tudo é escuro e nem a embriaguez traz lucidez...como podia trazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autocarro chega ao meu destino, preparo-me para sair e pondero se hei de dizer algo, todavia, a fenda no lábio ainda é algo cirurgicamente reparável.&lt;br /&gt;Sem dar conta, tenho os seus olhos, mortiçamente enquadrados com o seu esgar, prostados em mim e compreendo: há muito que a esperança abandonou estes olhos turvos e o seu medo, digo, amor revolveu-lhe a ferida, consumando-a numa cicatriz espartilhada de uma vida cingida à submissão.&lt;br /&gt;Uma vida estilhaçada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, senti-me morrer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6599916924109592386-8793347050908667778?l=blackflagoncampus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/feeds/8793347050908667778/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6599916924109592386&amp;postID=8793347050908667778' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/8793347050908667778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/8793347050908667778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/2007/10/h-bocado-uma-mulher-sentou-se-ao-meu.html' title=''/><author><name>John Doe</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04094185101900913308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6599916924109592386.post-6507974244166830364</id><published>2007-09-30T18:13:00.000+01:00</published><updated>2007-09-30T18:23:09.242+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Despi-me e entrei na água.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Subrepticiamente ela infiltra-se por todo o lado bebendo o calor que se liberta dos meus poros, aderido aos tecidos, à carne, embebendo tudo na sua canção melíflua, penetrando até ao âmago mais profundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Rapidamente dou por mim desprovido de pensamentos, assutado com o poder, reconheço agora, que esta tem sobre mim. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Admito: Tenho medo de me afogar, tal é a hipnose.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Surpreendo-me uma vez mais: de onde vêm estes braços que agora se apresentam?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;São meus...e nado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6599916924109592386-6507974244166830364?l=blackflagoncampus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/feeds/6507974244166830364/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6599916924109592386&amp;postID=6507974244166830364' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/6507974244166830364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/6507974244166830364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/2007/09/despi-me-e-entrei-na-gua.html' title=''/><author><name>John Doe</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04094185101900913308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6599916924109592386.post-2445169580143404034</id><published>2007-09-28T14:33:00.000+01:00</published><updated>2007-09-28T14:46:16.423+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Aconteceu-me qualquer coisa; já não posso duvidar. Qualquer coisa que veio à maneira de uma doença, não como uma vulgar certeza, não como uma evidência; que se instalou sorrateiramente, pouco a pouco. A dada altura senti-me um tanto esquisito, algo incomodado, mais nada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Tomado o seu lugar, esta coisa não mexeu mais, ficou como estava, e pude assim convencer-me de que não tinha nada, que tinha sido um rebate falso. Mas eis que começa a propagar-se.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Não acho que a "profissão" de estudante disponha para a análise psicológica. É um trabalho em que só entra em jogo com sentimentos inteiros, aos quais se dão nomes genéricos, como Ambição, Interesse. Se eu tivesse, porém, uma sombra de conhecimento de mim próprio, era agora que devia utilizá-la.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Nas minhas mãos, por exemplo, há qualquer coisa de novo, certa maneira de agarrar na caneta ou no garfo. Ou então é o garfo que tem agora uma maneira diferente de se deixar agarrar; não sei. Há bocadinho, quando ia a entrar no quarto, detive-me repentinamente, porque senti na mão um objecto frio que me chamava a atenção, como se possuísse uma espécie de personalidade. Abri a mão, olhei: era simplesmente o fecho da porta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;O melhor seria escrever os acontecimentos dia a dia. Fazer um diário para os considerar com clareza. Não deixar escapar as diferenças do promenor, os factos miúdos, mesmo quando parecem insignificantes, e sobretudo ordená-los. Tenho de dizer como é que vejo esta mesa, a rua, as pessoas e o que me rodeia, visto que foi isso que mudou. Tenho de determinar exactamente a extensão e a natureza dessa mudança.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6599916924109592386-2445169580143404034?l=blackflagoncampus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/feeds/2445169580143404034/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6599916924109592386&amp;postID=2445169580143404034' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/2445169580143404034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/2445169580143404034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/2007/09/aconteceu-me-qualquer-coisa-j-no-posso.html' title=''/><author><name>John Doe</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04094185101900913308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6599916924109592386.post-4349489994747879956</id><published>2007-09-27T19:30:00.000+01:00</published><updated>2007-09-27T19:44:22.623+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Hoje, existi.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6599916924109592386-4349489994747879956?l=blackflagoncampus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/feeds/4349489994747879956/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6599916924109592386&amp;postID=4349489994747879956' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/4349489994747879956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6599916924109592386/posts/default/4349489994747879956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blackflagoncampus.blogspot.com/2007/09/blog-post.html' title=''/><author><name>John Doe</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04094185101900913308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
